Gostariamos de convidar a todos os membros da Família Maçônica Apodiense, para participar neste domingo 30/03, apartir das 19:00 na igreja matriz, da missa em memória do nosso saudoso sobrinho Jailton França.
Desde já contamo0s com a presença para esse ato de fé e solidariedade humana.
quarta-feira, março 26, 2008
segunda-feira, março 24, 2008
Contagem Regressiva Congresso Potiguar 2008
Prezados Irmãos e Tios,
Entramos em contagem regressiva para o XIX CONGRESSO POTIGUAR DA ORDEM DEMOLAY, que será realizado durante os dias 19, 20 e 21 de Abril na cidade do Assú, com o tema: NOVOS TEMPOS, NOVOS DESAFIOS, NOVOS HORIZONTES...
Queremos bater todos os recordes de inscritos, trazendo à Assú 300 congressistas. E já estamos bem perto de conseguir isso...
É importante lembrar que teremos a participação especial do nosso tio Guilherme, Grande Mestre Nacional, e de grandes nomes da Ordem Demolay do Nordeste, e por isso devemos nos esforçar para levar grandes comitivas ao evento, mostrando nossa força e orgulho de ser DeMolay.
Teremos a II Gincana DeMolay de Conhecimento, a I assembléia da Alumini do RN, ótimas palestras, passeio à Barragem, premiações e muitas outras surpresas.
Esse é só um pouco do que estamos preparando para esse evento, que ficará na história da Ordem DeMolay Potiguar.
DEIXE- NOS SURPREENDER VOCÊ...
Visite: www.demolaypotiguar.org/congresso2008 e inscreva-se.
Fraternalmente,
Flávio Henrique R. Medeiros
MCE Adj / RN
Diretor - comissão organizadora
Entramos em contagem regressiva para o XIX CONGRESSO POTIGUAR DA ORDEM DEMOLAY, que será realizado durante os dias 19, 20 e 21 de Abril na cidade do Assú, com o tema: NOVOS TEMPOS, NOVOS DESAFIOS, NOVOS HORIZONTES...
Queremos bater todos os recordes de inscritos, trazendo à Assú 300 congressistas. E já estamos bem perto de conseguir isso...
É importante lembrar que teremos a participação especial do nosso tio Guilherme, Grande Mestre Nacional, e de grandes nomes da Ordem Demolay do Nordeste, e por isso devemos nos esforçar para levar grandes comitivas ao evento, mostrando nossa força e orgulho de ser DeMolay.
Teremos a II Gincana DeMolay de Conhecimento, a I assembléia da Alumini do RN, ótimas palestras, passeio à Barragem, premiações e muitas outras surpresas.
Esse é só um pouco do que estamos preparando para esse evento, que ficará na história da Ordem DeMolay Potiguar.
DEIXE- NOS SURPREENDER VOCÊ...
Visite: www.demolaypotiguar.org/congresso2008 e inscreva-se.
Fraternalmente,
Flávio Henrique R. Medeiros
MCE Adj / RN
Diretor - comissão organizadora
sexta-feira, março 14, 2008
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
PRANCHA 'A PEDRA BRUTA E SUAS APLICAÇÕES FILOSÓFICAS':
PREFÁCIOA pedra bruta é a pedra de cantaria, que é uma pedra própria para ser esquadrejada e usada nas construções, já que só a pedra esquadrejada cúbica, ou em forma de paralelepípedo - é que encaixa perfeitamente nas construções, sem deixar vãos. Os homens que nela trabalhavam eram os canteiros, ou esquadrejadores da pedra, os quais a transformavam na pedra cúbica. Daí os dos símbolos em Loja, já que praticamente tudo o que fazemos, hoje, tem sua origem nas organizações dos franco-maçons de ofício, ou operativos, como a dos canteiros. (José Castellani)
INTRODUÇÃOPara os iniciados nos Augustos Mistérios da Maçonaria, a apresentação do seu primeiro trabalho é um passo de valor imensurável, por tratar da importância de pesquisar, comparar obras de mais de um autor, tirar conclusões próprias, externar o que pôde aprender e o que progrediu com os ensinamentos prestados pelos irmãos de Loja.O tema escolhido é palpitante haja vista sua aplicabilidade tanto no meio profano como na maçonaria simbólica, de vez que podemos verificar desde as mais antigas civilizações já se faziam menções sobre as pedras, que ao longo do tempo foram utilizadas das mais diversas formas para expor o pensamento humano, seja ele religioso como filosófico. Não obstante a maçonaria especulativa muito sabiamente aproveita esses conceitos retirados das pedras a expressão marcante e lança ensinamentos para todos seus membros, desde sua iniciação.O objetivo principal desse trabalho é apresentar a simbologia das pedras presentes em várias civilizações e em diferentes épocas e sua aplicação na formação dos maçons-aceitos.DESENVOLVIMENTOA história da humanidade desde seu inicio tem um vínculo forte com as pedras. O homem das cavernas descobriu-as como grandes aliadas. A pedra foi utilizada para vários fins seja como arma ou outra ferramenta qualquer que facilitara a vida de nossos ancestrais.O tempo foi passando e o homem evoluía cada vez mais, seus aprendizados foram aprofundando-se, até que adquiriu o domínio de várias técnicas, as quais eram vitais para sua sobrevivência. Essas técnicas deram origem a ciência, produto do intelecto humano, como somatório dos conhecimentos adquiridos. Ainda em sua primitividade o homem, por seus caracteres que diferem dos outros animais (corpo, alma e mente), sentia a necessidade de comunicar com o ser superior, pois percebia em sua espiritualidade que foi criado, logo, desse sentimento nasceu a religião que era manifestada de forma muito variada conforme cada região onde habitava.As pedras dentro da religiosidade têm um valor sem par, elas eram erigidas para representar seus deuses. E vemos que de simples pedras não-talhadas, gradativamente os homens foram utilizando pilares lavrados e depois para colunas talhadas esculturalmente segundo a semelhança de animais ou homens destinados a tornarem objetos de reverência e culto como representação de deuses, que por sua solidez e durabilidade servia para sugerir o poder e a estabilidade de uma divindade.O culto utilizando pedras tem sido rastreado em quase todas as regiões da terra e entre quase todos os povos bárbaros. A Bíblia Cristã, desde o livro do Gênese até o Apocalipse, faz alusões às pedras, vejam alguns exemplos:
Em Gênese, capítulo vinte e oito, versículo dezoito, lemos: “No dia seguinte pela manhã, tomou Jacó A PEDRA sobre a qual repousara a cabeça e a erigiu em Estela derramando óleo sobre ela;
As tábuas onde foram escritos os dez mandamentos eram de PEDRA (Êxodo, capítulo trinta, versículo dezoito);
Há referências bem conhecidas tanto no Velho com no Novo Testamento sobre as pedras-símbolos. No Livro dos Salmos, capítulo cento e dezoito, lemos: “ A PEDRA que os construtores rejeitaram, tornou-se PEDRA ANGULAR”. Considera-se isso uma profecia dirigida a Jesus, como o Cristo, que foi rejeitado pelos judeus, mas tornou-se a PEDRA fundamental da igreja.
Jesus cita essas palavras em Mateus, capítulo vinte e um, acrescentando: “Aquele que tropeçar nesta PEDRA, far-se-á em pedaços, e aquele sobre quem cair será esmagado”.
Pedro denomina Jesus em sua segunda epístola, capítulo quatro, como PEDRA PRECIOSA;
Ao passo que Pedro foi chamado CEPHAS, quer dizer PEDRA, pelo próprio Jesus em Mateus, capítulo vinte e seis, versículo dezoito.
Já no judaísmo se vê a velha lenda sobre o maravilhoso depósito de PEDRA DE FUNDAÇÃO, É encontrada no livro Talmúdio-yoma, que afirma, ela tinha sobre si o nome sagrado de DEUS gravado na síntese da sigla G.A.O.T.U. Alguns rabinos hebraicos dos tempos antigos adeptos à doutrina metempsicose acreditavam que uma alma humana podia após a morte não só renascer num corpo humano, mas também, por culpa de seus pecados, num corpo de animal e até mesmo aprisionado numa PEDRA. No fólio hebraico número cento e cinqüenta e três, podemos ler: “A alma de um caluniador pode ser forçada a habitar uma PEDRA SILENCIOSA.Os antigos gregos costumavam erguer colunas de pedras consagradas diante de seus templos e ginásios e até mesmo as habitações de seus cidadãos insignes. No mundo árabe em Meca (cidade de peregrinação islâmica), acha-se a PEDRA mais notável do mundo, é uma PEDRA PRETA, que está preservada na “kaaba” ou casa cúbica que fica no átrio da mesquita sagrada. Acredita-se que seja um aerólito ou pedra meteórica. Esta PEDRA PRETA tem sete polegadas de comprimento aproximadamente, e é oval, segundo diz, ela foi quebrada durante o assédio de Meca em 683 DC, foi recomposta com cimento e encerrada numa cinta de prata. Está embutida na parede do ângulo nordeste da kaaba a uma altura que permite que os devotos a beijem em ato de adoração.Esses são apenas alguns dos inúmeros exemplos da correlação homem e pedra, presente na cultura religiosa que é a mais antiga manifestação circundada na vida humana. Assim também para a maçonaria as pedras têm um valor imensurável, posto que a própria origem desta instituição tenha muito haver com elas, uma vez que é herdeira o conhecimento de várias associações de construtores, principalmente daquelas manifestada durante a Idade Média. A representação simbólica das pedras está intimamente ligada com a vida de um maçom, desde sua iniciação, seu primeiro trabalho realizado à frente do irmão primeiro vigilante, onde ele ainda não percebe a riqueza existente nesse gesto.A PEDRA BRUTA é o ponto de partida para a grande transformação a ser feita no espírito do maçom. Desbastar esta PEDRA BRUTA significa que esse trabalho simbólico deve-se dedicar o maçom para chegar a ser o obreiro que domina a boa arte de construir. Na realização desse trabalho o iniciado é ao mesmo tempo obreiro, matéria-prima e instrumento. Ele mesmo é a PEDRA BRUTA, que representa seu atual estado de imperfeito desenvolvimento, que deve converter-se em forma de perfeição interior.Como a perfeição é infinita e seu absoluto é inacessível, o que nos resta fazer é tão somente aproximar da perfeição ideal, por etapas de progresso, desenvolvendo-as através de sucessivos graus de perfeição relativa. O próprio reconhecimento de nossa imperfeição por um lado e de outro um ideal desejado são as primeiras condições indispensáveis para que possa existir o trabalho de desbaste. Se o Aprendiz souber relevar, quando algum irmão o aborrecer, estará retirando uma aresta, se ele usar o exercício da tolerância contra as agressões, mais arestas caem. O construir, o participar, o contribuir e o atender são atributos que também retiram arestas.Contudo a melhor maneira de desbastar a PEDRA BRUTA é a própria comprovação fraterna – chave para abrir portas aos irmãos e assim estaremos dando mostras de que os amamos. Este é o caminho certo, o início do aperfeiçoamento, que certamente será longo, áspero e de sacrifícios, mas vale a pena ser trilhado. É dando que se recebe lembra-nos Francisco de Assis, em uma mensagem de amor.Assim pedem os aprendizes-maçons, sempre haja alguém que os ajudam a suportar o fardo, a torná-lo leve, colaborando com seu progresso mostrando sempre o caminho do bem e da virtude. É necessário ainda que cada um de nós, sendo PEDRA BRUTA conheça sua natureza, descubra de que material é feito, que resistência possui, se é pedra-ferro, pedra mármore, granito ou outra composição. Esse trabalho deve ser uma contínua rotina em nossas vidas, uma vez que a necessidade de aprimoramento seja ele intelectual; espiritual ou psíquico faz parte da natureza humana para atingir novos paradigmas do verdadeiro progresso, a serviço da própria humanidade que vai adentrando por séculos e séculos cumprindo seu destino. Pois somos degraus na cadeia da divindade, e cada degrau sustenta um e é sustentado por outro, o ser evolucionado além de limpar e polir seu degrau tem também o dever de contribuir para a limpeza dos outros, para que nada de feio se veja, assim estaremos evoluindo e colaborando para a evolução do todo, pois “o todo é muito maior que a simples soma das partes”. CONCLUSÃO:O valor alegórico inspirado nas pedras, desde os primórdios tempos, é refletido para toda a existência, que o homem moderno precisa obter os ensinamentos que elas – as pedras proporcionam, a fim de melhorar sua própria vida, para contribuir na construção de uma sociedade centrada nos bons costumes. Desta forma, faz-se necessário buscar incessantemente o aprimoramento individual e coletivo, quer nos trabalhos das oficinas, nos encontros fraternos, na aplicação da doutrina, no ensinamento geral a que todos abrangem, nas ocupações do mundo profano, que o maçom cumpre integralmente sua finalidade na sociedade humana.A transformação de PEDRA BRUTA EM PEDRA POLIDA só encontra seu significado real com o trabalho primitivo dos PEDREIROS LIVRES, quando, a própria oficina procura anular as arestas de seus próprios membros quaisquer que sejam as suas posições em Loja, sejam quais forem seus títulos iniciáticos.Reflitamos, pois meus Irmãos.E que o G.•.A.•.D.•.U.•. a todos ilumine e guarde.
Em Gênese, capítulo vinte e oito, versículo dezoito, lemos: “No dia seguinte pela manhã, tomou Jacó A PEDRA sobre a qual repousara a cabeça e a erigiu em Estela derramando óleo sobre ela;
As tábuas onde foram escritos os dez mandamentos eram de PEDRA (Êxodo, capítulo trinta, versículo dezoito);
Há referências bem conhecidas tanto no Velho com no Novo Testamento sobre as pedras-símbolos. No Livro dos Salmos, capítulo cento e dezoito, lemos: “ A PEDRA que os construtores rejeitaram, tornou-se PEDRA ANGULAR”. Considera-se isso uma profecia dirigida a Jesus, como o Cristo, que foi rejeitado pelos judeus, mas tornou-se a PEDRA fundamental da igreja.
Jesus cita essas palavras em Mateus, capítulo vinte e um, acrescentando: “Aquele que tropeçar nesta PEDRA, far-se-á em pedaços, e aquele sobre quem cair será esmagado”.
Pedro denomina Jesus em sua segunda epístola, capítulo quatro, como PEDRA PRECIOSA;
Ao passo que Pedro foi chamado CEPHAS, quer dizer PEDRA, pelo próprio Jesus em Mateus, capítulo vinte e seis, versículo dezoito.
Já no judaísmo se vê a velha lenda sobre o maravilhoso depósito de PEDRA DE FUNDAÇÃO, É encontrada no livro Talmúdio-yoma, que afirma, ela tinha sobre si o nome sagrado de DEUS gravado na síntese da sigla G.A.O.T.U. Alguns rabinos hebraicos dos tempos antigos adeptos à doutrina metempsicose acreditavam que uma alma humana podia após a morte não só renascer num corpo humano, mas também, por culpa de seus pecados, num corpo de animal e até mesmo aprisionado numa PEDRA. No fólio hebraico número cento e cinqüenta e três, podemos ler: “A alma de um caluniador pode ser forçada a habitar uma PEDRA SILENCIOSA.Os antigos gregos costumavam erguer colunas de pedras consagradas diante de seus templos e ginásios e até mesmo as habitações de seus cidadãos insignes. No mundo árabe em Meca (cidade de peregrinação islâmica), acha-se a PEDRA mais notável do mundo, é uma PEDRA PRETA, que está preservada na “kaaba” ou casa cúbica que fica no átrio da mesquita sagrada. Acredita-se que seja um aerólito ou pedra meteórica. Esta PEDRA PRETA tem sete polegadas de comprimento aproximadamente, e é oval, segundo diz, ela foi quebrada durante o assédio de Meca em 683 DC, foi recomposta com cimento e encerrada numa cinta de prata. Está embutida na parede do ângulo nordeste da kaaba a uma altura que permite que os devotos a beijem em ato de adoração.Esses são apenas alguns dos inúmeros exemplos da correlação homem e pedra, presente na cultura religiosa que é a mais antiga manifestação circundada na vida humana. Assim também para a maçonaria as pedras têm um valor imensurável, posto que a própria origem desta instituição tenha muito haver com elas, uma vez que é herdeira o conhecimento de várias associações de construtores, principalmente daquelas manifestada durante a Idade Média. A representação simbólica das pedras está intimamente ligada com a vida de um maçom, desde sua iniciação, seu primeiro trabalho realizado à frente do irmão primeiro vigilante, onde ele ainda não percebe a riqueza existente nesse gesto.A PEDRA BRUTA é o ponto de partida para a grande transformação a ser feita no espírito do maçom. Desbastar esta PEDRA BRUTA significa que esse trabalho simbólico deve-se dedicar o maçom para chegar a ser o obreiro que domina a boa arte de construir. Na realização desse trabalho o iniciado é ao mesmo tempo obreiro, matéria-prima e instrumento. Ele mesmo é a PEDRA BRUTA, que representa seu atual estado de imperfeito desenvolvimento, que deve converter-se em forma de perfeição interior.Como a perfeição é infinita e seu absoluto é inacessível, o que nos resta fazer é tão somente aproximar da perfeição ideal, por etapas de progresso, desenvolvendo-as através de sucessivos graus de perfeição relativa. O próprio reconhecimento de nossa imperfeição por um lado e de outro um ideal desejado são as primeiras condições indispensáveis para que possa existir o trabalho de desbaste. Se o Aprendiz souber relevar, quando algum irmão o aborrecer, estará retirando uma aresta, se ele usar o exercício da tolerância contra as agressões, mais arestas caem. O construir, o participar, o contribuir e o atender são atributos que também retiram arestas.Contudo a melhor maneira de desbastar a PEDRA BRUTA é a própria comprovação fraterna – chave para abrir portas aos irmãos e assim estaremos dando mostras de que os amamos. Este é o caminho certo, o início do aperfeiçoamento, que certamente será longo, áspero e de sacrifícios, mas vale a pena ser trilhado. É dando que se recebe lembra-nos Francisco de Assis, em uma mensagem de amor.Assim pedem os aprendizes-maçons, sempre haja alguém que os ajudam a suportar o fardo, a torná-lo leve, colaborando com seu progresso mostrando sempre o caminho do bem e da virtude. É necessário ainda que cada um de nós, sendo PEDRA BRUTA conheça sua natureza, descubra de que material é feito, que resistência possui, se é pedra-ferro, pedra mármore, granito ou outra composição. Esse trabalho deve ser uma contínua rotina em nossas vidas, uma vez que a necessidade de aprimoramento seja ele intelectual; espiritual ou psíquico faz parte da natureza humana para atingir novos paradigmas do verdadeiro progresso, a serviço da própria humanidade que vai adentrando por séculos e séculos cumprindo seu destino. Pois somos degraus na cadeia da divindade, e cada degrau sustenta um e é sustentado por outro, o ser evolucionado além de limpar e polir seu degrau tem também o dever de contribuir para a limpeza dos outros, para que nada de feio se veja, assim estaremos evoluindo e colaborando para a evolução do todo, pois “o todo é muito maior que a simples soma das partes”. CONCLUSÃO:O valor alegórico inspirado nas pedras, desde os primórdios tempos, é refletido para toda a existência, que o homem moderno precisa obter os ensinamentos que elas – as pedras proporcionam, a fim de melhorar sua própria vida, para contribuir na construção de uma sociedade centrada nos bons costumes. Desta forma, faz-se necessário buscar incessantemente o aprimoramento individual e coletivo, quer nos trabalhos das oficinas, nos encontros fraternos, na aplicação da doutrina, no ensinamento geral a que todos abrangem, nas ocupações do mundo profano, que o maçom cumpre integralmente sua finalidade na sociedade humana.A transformação de PEDRA BRUTA EM PEDRA POLIDA só encontra seu significado real com o trabalho primitivo dos PEDREIROS LIVRES, quando, a própria oficina procura anular as arestas de seus próprios membros quaisquer que sejam as suas posições em Loja, sejam quais forem seus títulos iniciáticos.Reflitamos, pois meus Irmãos.E que o G.•.A.•.D.•.U.•. a todos ilumine e guarde.
GERALDO BATISTA DE CAMARGOSA.'.M.'., ARGBLS Fênix de Brasília nº 1959, Brasília - DF, Brasil
O prefeito de Pau dos Ferros lançou oficialmente o projeto “Prefeitura nos Bairros”, a ser desenvolvido nos 18 bairros do perímetro urbano pauferense com pacote de ações em varias áreas que contemplam crianças, mulheres homens, idosos, pessoas com necessidades especiais e principalmente melhora a infra-estrutura do bairro ou comunidade.
Centenas de pessoas participaram do lançamento e foram atendidas com as ações do programa “Prefeitura nos Bairro” durante toda a semana, Além do prefeito Leonardo Rego ainda prestigiaram o lançamento do pacote de ações no Paraíso, secretários, vereadores e vários servidores da municipalidade. Os estandes foram montados na sede da Loja Maçônica “Manoel Reginaldo da Rocha”.
O programa “Prefeitura nos Bairros’ foi criado com o objetivo de levar as ações da administração municipal a todos os bairros da cidade, além de conduzir uma aproximação entre os feitos da gestão com a população que vive na periferia da cidade”. O programa, segundo o secretário chefe de Gabinete Civil, Alexandre Aquino, será realizado mensalmente. A próxima edição da “Prefeitura nos Bairros” está previsto para acontecer no Perímetro Irrigado.
Mensalmente o prefeito Leonardo Rego juntamente com o seu secretariado se reunira para discutir ações de planejamento social para serem executadas nos bairros da cidade através do Programa Prefeitura nos Bairros.
Parabéns aos irmãso da Loja Maçônica “Manoel Reginaldo da Rocha”.
Centenas de pessoas participaram do lançamento e foram atendidas com as ações do programa “Prefeitura nos Bairro” durante toda a semana, Além do prefeito Leonardo Rego ainda prestigiaram o lançamento do pacote de ações no Paraíso, secretários, vereadores e vários servidores da municipalidade. Os estandes foram montados na sede da Loja Maçônica “Manoel Reginaldo da Rocha”.
O programa “Prefeitura nos Bairros’ foi criado com o objetivo de levar as ações da administração municipal a todos os bairros da cidade, além de conduzir uma aproximação entre os feitos da gestão com a população que vive na periferia da cidade”. O programa, segundo o secretário chefe de Gabinete Civil, Alexandre Aquino, será realizado mensalmente. A próxima edição da “Prefeitura nos Bairros” está previsto para acontecer no Perímetro Irrigado.
Mensalmente o prefeito Leonardo Rego juntamente com o seu secretariado se reunira para discutir ações de planejamento social para serem executadas nos bairros da cidade através do Programa Prefeitura nos Bairros.
Parabéns aos irmãso da Loja Maçônica “Manoel Reginaldo da Rocha”.
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
'A LEI INICIÁTICA DO SILÊNCIO'
Platão, chamado a ensinar a arte de conhecer os homens, assim se expressou: “os homens e os vasos de terracota se conhecem do mesmo modo: os vasos, quando tocados, têm sons diferentes; os homens se distinguem facilmente pelo seu modo de falar”.O pensamento do filósofo Iniciado nos oferece excelente oportunidade para uma profunda reflexão, principalmente para os que integram a Ordem Maçônica. Nem sempre nos damos conta de como nos tornamos prisioneiros das palavras que proferimos. Por serem a expressão do nosso pensamento, por traduzirem as idéias e os sentimentos, as palavras se tornam um centro emissor de vibrações, tanto positivas quanto negativas.A palavra é o elemento que identifica o Homem e é a síntese de todas as forças vitais; é o elemento que interliga todos os planos, do mais denso ao mais sutil. A palavra está intimamente ligada ao silêncio, outra sublime expressão da psique humana.No mundo profano a palavra - falada ou escrita - é usada indiscriminadamente. A sociedade humana está cheia de palavras que ofendem, que humilham, que magoam e que denigrem a honra do próximo. Se se trabalhasse mais e se falasse menos, com certeza que a humanidade seria mais evoluída e mais civilizada. Infelizmente existem palavras em excesso, não só no mundo profano como também nos Templos Maçônicos. Tal situação é inconcebível em um Maçom, pois no estudo dos símbolos ele aprende a refletir sobre o conteúdo oculto das palavras que, em última análise, refletem a essência interior do ser humano.Não por acaso a doutrina Maçônica reserva o silêncio aos seus membros, de acordo, aliás, com a Tradição Pitagórica. A Escola Iniciática de Pitágoras tinha um sistema de três graus: o de Preparação, o de Purificação e o de Perfeição. Os neófitos do grau de Preparação, equivalente ao grau maçônico de Aprendiz, eram proibidos de falar; eram só ouvintes e cumpriam um período de observação de três anos, durante o qual a regra era calar e pensar no que ouviam. No grau de Purificação, equivalente ao de Companheiro Maçom, o silêncio se estendia por mais dois anos, adquirindo estes Irmãos o direito de ouvir as palestras do Mestre Pitágoras. Assim, para atingir o grau de Perfeição, equivalente ao de Mestre Maçom, quando então os Irmãos podiam fazer uso da palavra, era necessário praticar o silêncio durante cinco anos.Nas reuniões maçônicas, sem dúvida, constitui uma prova de sabedoria saber ouvir e manter o silêncio. Chílon, um dos sete sábios da Grécia Antiga, quando perguntado sobre qual a virtude mais difícil de praticar, respondia: “calar”. No Zend Avesta, que contém toda a sabedoria da antiga Pérsia, encontramos normas e regras sobre o uso e o controle da palavra, cuja universalidade desafia os séculos. No mundo maçônico, a dimensão da palavra falada e escrita não é diferente.Ao entrar em nossa Sublime Instituição encontramos, na ritualística, referências à sacralidade da palavra que, como meio de expressão dos pensamentos e dos sentimentos, deve ser sempre dosada, moderada, e deve espelhar o equilíbrio interno do orador. Em nossa Ordem, a palavra deve ser usada no mesmo sentido em que Dante Alighieri exortava o seu personagem Metelo, na Divina Comédia: “usa a tua palavra como um ornamento”.À primeira vista, o silêncio poderia parecer um condicionamento e um castigo. Na realidade, o silêncio, a meditação e o raciocínio, são a única via que leva à libertação das paixões e dos maus pensamentos. Além de exercitar a autodisciplina, em seu silêncio o Maçom apreende com muito maior intensidade tudo o que ouve e tudo o que vê. Assim, a voz do Irmão que se mantém em silêncio é a sua voz interior, quando ele dialoga consigo mesmo e, neste diálogo, analisa, critica, tira suas próprias conclusões e aprimora o seu caráter. Em suma, pelo silêncio, a Maçonaria estimula os Irmãos a desenvolver a arte de pensar, a verdadeira e nobre Arte Real. Deste modo, o silêncio em Maçonaria não é meramente simbólico e não é também um meio de castrar a iniciativa dos Irmãos. O silêncio é indispensável e decisivo no processo de lapidação da Pedra Bruta e no aperfeiçoamento interno dos Irmãos.Ao cruzar as portas de uma Loja Maçônica, trazendo consigo a liberdade total de expressão, um direito natural que lhe é garantido pela Declaração dos Direitos Humanos, sem as restrições que lhe impõem a moral e a razão, o novo Maçom aprende a controlar os seus impulsos, pela prática espartana do silêncio. Assim ele aprimora o seu caráter e prepara-se para ser um líder, numa sociedade na qual prevaleçam a Liberdade responsável, a Igualdade de oportunidades e a Fraternidade solidária.Se tiver de falar, que o maçom siga o conselho de Dante e use a sua palavra como um ornamento. Tudo se resume na prática da Lei do Amor e da Tolerância. Certamente que o Grande Arquiteto do Universo ilumina e abençoa a todos os que pensam mais do que falam, pois estes espiritualizam a sua matéria, e são os Seus filhos mais diletos.EM TEMPO:O Irmão Aprendiz não só pode como precisa e deve usar a palavra quando apresentar os seus trabalhos, quando for questionado por outro Irmão, quando tiver informação relevante sobre qualquer candidato à Iniciação, ou quando tiver informação fundamental para a Loja ou para a Ordem. Basta pedir a palavra ao Vigilante de sua Coluna.
ANTÓNIO ROCHA FADISTAM.'.I.'.,
Loja Cayrú 762 GOERJ / GOB - Brasil
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Perguntas e Respostas
Existem fins lucrativos nessa irmandade?
Definitivamente, não! A Maçonaria não tem empresas próprias nem participa do capital de nenhuma. Do que consegue arrecadar jamais sobra qualquer importância para ser conceituada como lucro, para ser investido em atividade lucrativa.
Que assunto se discute na Maçonaria?
Não se discute política de partidos, nem doutrinas de qualquer religião. Todos outros assuntos, segundo as circunstâncias do momento, são discutíveis.
As reuniões dos grupos são em número limitado? Quantos podem participar desta reunião?
A participação em reuniões não está subordinada a qualquer número. Nas reuniões "fechadas" participam apenas maçons; nas reuniões "abertas", por nós denominadas de "brancas" é aceita a presença de qualquer pessoa interessada, segundo a capacidade do Templo.
Quantos encontros tem por semana?
Em circunstâncias normais, uma Loja se reúne UMA vez por semana, em dia acordado entre seus membros. Existem Templos onde trabalham até seis Lojas, cada uma ocupando um dia da semana.
Qual é a mensalidade dos membros da Maçonaria? E como este dinheiro é empregado?
O valor da mensalidade é variável segundo os compromisso financeiros mensais fixos de uma Loja. Este tipo de arrecadação tem por finalidade cobrir tais despesas. Sendo pequeno o número de membros de uma Loja a mensalidade pode ser maior, como pode ser menor sendo maior o número de membros.
Qual a religião que predomina entre os maçons?
Não conheço a existência de qualquer pesquisa, feita em qualquer parte do mundo, com o objetivo de verificar isto. Quando o cidadão está por ingressar na Maçonaria lhe é feita apenas uma pergunta nesse sentido, e ela é feita assim: "Credes num Ente Supremo?". Uma resposta afirmativa é suficiente para dar-lhe a oportunidade de iniciar uma nova vida no seio da Maçonaria.
As pessoas que participam da Maçonaria são batizadas e adotam outro nome?
O Batismo é praticado pelas religiões cristãs. Na Maçonaria, que não é uma religião, não existe tal prática. A adoção de um novo nome é uma prática em desuso, onde não mais existe o perigo de ser identificado o homem como maçom. Em tempos idos, quando o maçom não raro tinha de enfrentar a morte por causa de sua convicção, tinha um novo nome conhecido apenas no seio de sua Loja e este figurava nas atas e registros internos; quando estes eram apreendidos por autoridade tirânica esta tinha dificuldade para identificar o "herege, ou fora da lei".
Existem rituais com sangue?
Absolutamente não! O sangue é sinônimo de vida e este é o bem mais precioso do ser humano. Pelo respeito à vida, os maçons estão entre os maiores doadores de sangue, doação que fazem anonimamente, conhecendo ou não o necessitado ou destinatário do sangue doado.
Qualquer pessoa pode mostrar uma loja maçônica?
Qualquer pessoa com interesse legítimo, pode solicitar do Venerável Mestre (o Presidente da Loja) permissão para ver o Templo onde a Loja tem suas reuniões. Ele próprio, ou pessoa por ele designada, acompanhará o interessado nessa visita.
Definitivamente, não! A Maçonaria não tem empresas próprias nem participa do capital de nenhuma. Do que consegue arrecadar jamais sobra qualquer importância para ser conceituada como lucro, para ser investido em atividade lucrativa.
Que assunto se discute na Maçonaria?
Não se discute política de partidos, nem doutrinas de qualquer religião. Todos outros assuntos, segundo as circunstâncias do momento, são discutíveis.
As reuniões dos grupos são em número limitado? Quantos podem participar desta reunião?
A participação em reuniões não está subordinada a qualquer número. Nas reuniões "fechadas" participam apenas maçons; nas reuniões "abertas", por nós denominadas de "brancas" é aceita a presença de qualquer pessoa interessada, segundo a capacidade do Templo.
Quantos encontros tem por semana?
Em circunstâncias normais, uma Loja se reúne UMA vez por semana, em dia acordado entre seus membros. Existem Templos onde trabalham até seis Lojas, cada uma ocupando um dia da semana.
Qual é a mensalidade dos membros da Maçonaria? E como este dinheiro é empregado?
O valor da mensalidade é variável segundo os compromisso financeiros mensais fixos de uma Loja. Este tipo de arrecadação tem por finalidade cobrir tais despesas. Sendo pequeno o número de membros de uma Loja a mensalidade pode ser maior, como pode ser menor sendo maior o número de membros.
Qual a religião que predomina entre os maçons?
Não conheço a existência de qualquer pesquisa, feita em qualquer parte do mundo, com o objetivo de verificar isto. Quando o cidadão está por ingressar na Maçonaria lhe é feita apenas uma pergunta nesse sentido, e ela é feita assim: "Credes num Ente Supremo?". Uma resposta afirmativa é suficiente para dar-lhe a oportunidade de iniciar uma nova vida no seio da Maçonaria.
As pessoas que participam da Maçonaria são batizadas e adotam outro nome?
O Batismo é praticado pelas religiões cristãs. Na Maçonaria, que não é uma religião, não existe tal prática. A adoção de um novo nome é uma prática em desuso, onde não mais existe o perigo de ser identificado o homem como maçom. Em tempos idos, quando o maçom não raro tinha de enfrentar a morte por causa de sua convicção, tinha um novo nome conhecido apenas no seio de sua Loja e este figurava nas atas e registros internos; quando estes eram apreendidos por autoridade tirânica esta tinha dificuldade para identificar o "herege, ou fora da lei".
Existem rituais com sangue?
Absolutamente não! O sangue é sinônimo de vida e este é o bem mais precioso do ser humano. Pelo respeito à vida, os maçons estão entre os maiores doadores de sangue, doação que fazem anonimamente, conhecendo ou não o necessitado ou destinatário do sangue doado.
Qualquer pessoa pode mostrar uma loja maçônica?
Qualquer pessoa com interesse legítimo, pode solicitar do Venerável Mestre (o Presidente da Loja) permissão para ver o Templo onde a Loja tem suas reuniões. Ele próprio, ou pessoa por ele designada, acompanhará o interessado nessa visita.
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